domingo, 27 de janeiro de 2013

CORRELAÇÃO DOS TEMPOS E MODOS VERBAIS


Olívia bebeu o suco que pôs na taça.

Eu pergunto a vocês, leitores: essa frase está correta?
Trata-se, sem dúvidas, de uma frase clara, pois todo mundo que a lê entende perfeitamente o que aconteceu: em primeiro lugar, Olívia colocou suco na taça. Em segundo lugar, ela o bebeu.
Atenção para o tempo verbal que foi usado para expressar ambas as ações: o pretérito perfeito do indicativo que, como sabemos, indica uma ação passada já concluída.
No nosso exemplo, temos duas ações passadas concluídas (beber e pôr). Acontece, todavia, que não é possível que Olívia tenha bebido e posto o suco na taça simultaneamente. Uma das ações, logicamente,  aconteceu antes da outra. E qual é o tempo verbal que devemos usar para indicar uma ação passada concluída antes de outra ação também passada? Como sabemos, é pretérito mais-que-perfeito!
Como Olívia teve que pôr o suco na taça antes de bebê-lo, o ideal seria que escrevêssemos a frase assim:

Olívia bebeu o suco que pusera na taça.

Nessa nova construção, temos a correlação adequada de tempos e modos verbais. Sabemos, então, que o pretérito mais-que-perfeito do indicativo combina com o pretérito perfeito do indicativo quando queremos indicar duas ações passadas concluídas, uma anterior à outra.
Vejamos mais um exemplo:

Se eu tivesse mais tempo, viajaria sempre.

Aqui há o verbo tivesse, flexionado no imperfeito do subjuntivo, modo que expressa dúvida, hipótese. Temos que pensar na carga semântica do verbo quando escolhemos algum outro para com ele combinar. No caso em questão, podemos escolher o futuro do pretérito do indicativo (viajaria), pois ele expressa uma ação futura cuja realização depende de algo, uma ação condicionada.
A ideia transmitida pelo imperfeito do subjuntivo é de uma possibilidade bem remota. Por isso devemos usar o futuro do pretérito na combinação.
As correlações entre o pretérito mais-que-perfeito e o pretérito perfeito, ambos do indicativo, e entre o imperfeito do subjuntivo (-SSE) e o futuro do pretérito do indicativo (-RIA), são as mais comuns nas provas.
Em relação às demais, cabe ao leitor analisá-las cuidadosamente e ver se a lógica entre as informações é mantida.

Vejamos mais alguns exemplos de combinações bem feitas:

Se eu passar no vestibular, cursarei Psicologia. 
(Fut. do subjuntivo + fut. do pres. do indicativo).

Ela pediu que eu comprasse mais pães na padaria. 
(Pret. Perfeito do indicativo + imperfeito do subjuntivo).

Se Lúcia tivesse pedido, eu teria trazido os pães. 
(Pret. Mais-que-perfeito composto do subjuntivo + futuro do pretérito composto do indicativo).

Apesar de ser seguro considerar que o imperfeito do subjuntivo e o futuro do pretérito do indicativo combinam (-SSE, -RIA), o importante mesmo é treinar para conseguir compreender o sentido dos períodos formado com correlações de tempos verbais. Para isso, é preciso saber o que cada tempo e modo verbal quer dizer.

Em relação à atitude do falante, pode-se dizer que ela muda conforme o modo verbal escolhido, como no esquema abaixo:
  • MODO INDICATIVO à atitude de declaração, de certeza;
  • MODO SUBJUNTIVO à atitude de dúvida, fala hipotética;
  • MODO IMPERATIVO à atitude de ordem, pedido, sugestão.
Quanto ao sentido dos tempos verbais do modo indicativo, podemos afirmar o seguinte (abordaremos os sentidos básicos!):

TEMPOS DO MODO INDICATIVO:


Presente do indicativo
  • Enuncia um fato que ocorre no momento em que se fala: Bebo água.
  • Dá atualidade ou dinamismos a fatos passados que são contados no presente: Em 1500, Cabral descobre o Brasil.
  • Indica ação futura e certa: Amanhã faço os exercícios de gramática.
  • Exprime dogmas, fatos cientificamente comprovados: A Terra gira em torno do sol. Um ângulo reto tem 90 graus.
  • Enuncia ação habitual: Aos sábados, almoçamos aqui.

Pretérito perfeito do indicativo
  • Enuncia fato passado já concluído: Compramos um apartamento espaçoso.

Pretérito mais-que-perfeito do indicativo
  • Exprime fato passado concluído antes de outro fato também passado: Comeu todos os doces que fizera. (primeiro fez, depois comeu).

Pretérito imperfeito do indicativo
  • Exprime um fato passado referindo-se ao momento em que ele ainda acontecia (ou seja, ainda não concluído): Eu cozinhava quando minha mãe chegou.
  • Indica ação frequentativa passada: Quando criança, lia Monteiro Lobato.

Futuro do presente do indicativo
  • Indica fato futuro tido como certo: Amanhã farei os trabalhos da faculdade.

Futuro do pretérito do indicativo
  • Enuncia um fato futuro relativo a um fato passado: Ontem Marta falou que compraria um par de sapatos.
 Por fim, lembremo-nos, também, dos tempos compostos:

Do indicativo Do subjuntivo
Pretérito perfeito Pres. do ind. + particípio Tenho escolhido Pres. do subj. + partícipio Tenha escolhido
Pretérito MQP Pret. Imperf. do ind. + Particípio Tinha escolhido Imperfeito do subj. + particípio Tivesse escolhido
Futuro do presente Fut. do pres. do ind. + particípio Terei escolhido Fut. do subjuntivo + particípio Tiver escolhido
Futuro do pretérito Fut. do pretérito do ind. + particípio Teria escolhido

Com base nessa tabela, por exemplo, sabemos que "Olívia tinha feito os doces quando Gabriela chegou" equivale a "Olívia fizera os doces quando Gabriela chegou."

Esse post não teve, de jeito nenhum, a intenção de esgotar o tema da correlação entre tempos e modos verbais. A intenção foi apenas a de dar uma "clareada" no assunto e incentivá-los, leitores, a estudar e a treinar bastante, pois só assim vocês ficarão seguros para enfrentarem as questões que cobrem esse conteúdo!
Um grande abraço!

Professor Daniel Vícola

sábado, 19 de janeiro de 2013

VALOR SEMÁNTICO DAS PREPOSIÇÕES


Como sempre leciono em nossas aulas, pensar no "valor semântico" de uma determinada classe de palavra é pensar no seu conteúdo, no significado que ela traz consigo e que acrescenta ao contexto em que é empregada. Com as preposições não é diferente. Assim como as demais palavras da língua, elas operam mudanças de significado quando empregadas para relacionar dois termos na oração.
Lembrando que a PREPOSIÇÃO é a palavra invariável que serve para CONECTAR as palavas na oração. As preposições estabelecem também relações semânticas entre o termo regente (aquele que pede a preposição) e o termo regido (aquele que completa seu sentido). Por isso, vejamos uma relação de exemplos para entender o valor semântico das preposições em diferentes contextos:

Peguei o caderno da Letícia e vou devolvê-lo amanhã - Valor semântico de posse.

As esculturas de cerâmica fizeram o maior sucesso na exposição - Matéria

Estudar com os amigos é muito mais proveitoso - Companhia

O conhecimento é a chave para o sucesso - Finalidade

Fiz o trabalho conforme você sugeriu - Conformidade

Falamos sobre Machado de Assis durante o seminário - Assunto

O garoto se feriu com a faca - Instrumento

Aguardávamos com ansiedade o resultado do concurso - Modo

O cachorro morreu de uma epidemia desconhecida - Causa

A plateia protestou contra o alto preço da mensalidade - Oposição

O orientador estipulou um prazo de vinte dias. - Tempo

Conheci uns amigos de Maceió. - Origem 

Perceberam? Mais do que simplesmente "ligar" os termos, as preposições estabelecem novas relações de sentido entre eles. É fundamental que você saiba reconhecê-las e identificá-las!
Grande abraço a todos e até a próxima!

Professor Daniel Vícola 

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Correção da Prova do TJ - Assistente Social e Psicólogo

Correção da Prova do TJ - Assistente Social e Psicólogo, dezembro de 2012 (PARTE I)


Atendendo a pedidos, vou postar e comentar, aqui, as questões da prova de Língua Portuguesa do concurso do TJ para Assistente Social e Psicólogo. A prova foi elaborada pela VUNESP e foi constituída por 20 questões. Vamos à análise das dez primeiras:


QUESTÃO 01: Uma questão de nível fácil, exigia apenas o reconhecimento da função de APOSTO, devidamente explicitada no conteúdo do enunciado. Entendendo a função, era muito simples identificar o segmento contido na ALTERNATIVA E como sendo a resposta desejada, vez que o trecho "organizações criminosas lideradas por policiais e ex-policiais", devidamente isolado por VÍRGULAS, explica a expressão anterior: "as milícias".


QUESTÃO 02: Outra questão de nível fácil. Mais uma vez o candidato era levado a reconhecer uma determinada função sintática, no caso, a função de ADJUNTO ADVERBIAL DE MODO. Como sabemos, o adjunto adverbial de modo conecta-se ao VERBO indicando COMO acontece a ação por ele expressa. No texto em questão, a expressão "à base do assistencialismo e do medo" indica COMO as milícias consolidaram o seu poder. A resposta correta é a contida na ALTERNATIVA C.

QUESTÃO 03: Uma questão de nível médio-difícil, porque exigia conhecimento apurado sobre tempos e modos verbais. Para aqueles que não conseguem identificar essas noções, certamente a questão foi uma "tortura"! Nesses casos, mais do que o conhecimento sobre a conjugação dos verbos, cabe lembrar, entra em jogo a sua experiência de LEITOR e PRODUTOR de TEXTOS em língua portuguesa. Como digo sempre nas nossas aulas: use da sua "intuição linguística" para identificar conjugações erradas ou impossíveis. O enunciado trazia o verbo VIR e, nas alternativas, outros vervos, derivados dele, para que o candidato analisasse a flexão nos trechos dados. Uma a uma, temos:

(A) Os problemas que adviram (ADVIERAM seria a forma verbal correta, neste caso) da greve ainda não estão superados.
(B) Se o problema proviesse do sistema informatizado, seria fácil resolvê-lo. (CORRETA!)
(C) Para que os litigantes não se desavissem (DESAVIESSEM seria a forma correta), foi proposto um acordo.
(D) O Ministério Público interviu (INTERVEIO é a forma correta) na questão e denunciou os envolvidos no escândalo.
(E) As autoridades só agirão se lhes convir (CONVIER é a forma correta) fazê-lo.

Importante frisar que o fato de mencionar que todos os verbos das alternativas são DERIVADOS DE "VIR" é um facilitador considerável para análise das formas verbais: muitas pessoas conjugam tais verbos como se fossem derivados de VER e não de VIR.
Resposta correta: ALTERNATIVA B.

  

QUESTÃO 04: Semântica pura, minha gente. Você tinha que identificar o valor CAUSAL da conjunção COMO e selecionar outra conjunção que mantivesse essa mesma relação semântica (de sentido) com o contexto, o que só ocorreria através da substituição de COMO por PORQUE, que aparece na ALTERNATIVA A. Questão de nível fácil.

QUESTÃO 05: Pronomes e sua colocação na oração eram o contéudo dessa questão de nível fácil. Analisemos as alternativas:

(A) (Nos) surpreende, a cada dia, constatar a invasão das milícias, que espalham-(se) pelas favelas, ditando-(as) suas leis. 
Versão correta: Surpreende-nos, a cada dia, constatar a invasão das milícias, que se espalham pelas favelas, ditando-lhes suas leis.

(B) Depois de invadir vários territórios da cidade, as milícias dominaram (eles) e ali instalaram-(se)
Versão correta: Depois de invadir vários territórios da cidade, as milícias os dominaram e ali se instalaram.

(C) Há candidatos que usam as gangues: (as) procuram movidos pelo interesse em ter (elas) como aliadas. Versão correta: Há candidatos que usam as gangues: procuram-nas movidos pelo interesse em tê-las como aliadas.

(D) Quase nunca vê-se reação das comunidades diante do terror que as milícias (as) impõem. 
Versão correta: Quase nunca vê-se reação das comunidades diante do terror que as milícias lhes impõem.

(E) Milicianos instalam-se nas comunidades e impõem seu poder; consolidam-no pela prática do terror. (CORRETA!)


QUESTÃO 06: Cabia ao candidato reconhecer e empregar corretamente as palavras homófonas , A e a contração À. Questão simples, que exigia apenas um pouco de atenção.

A (indica TEMPO FUTURO, portanto, não poderia ser ""!) pouco mais de um mês da próxima eleição presidencial dos Estados Unidos, o favoritismo de Barack Obama sofreu um arranhão. Não (parte da construção HAVER QUE, ou HAVER DE) que estranhar a dificuldade de Obama quando tem de falar de improviso ou exercer À (Introduzindo uma expressão adverbial de modo, que tem como núcleo palavra feminina) queima-roupa o contraditório. Obama é instado, agora, A (preposição) preparar-se muito melhor para os dois outros debates.

RESPOSTA: ALTERNATIVA D.

QUESTÃO 07:
Questão de ortografia. Simples, sem complicações. Vou reproduzir as alternativas e colocar as palavras erradas entre parênteses:

(A) Diante da (paralização) das atividades dos agentes dos correios, pede-se a (compreenção) de todos, pois (ouve) exceções na distribuição dos processos.
Formas corretas: paralisação, compreensão, houve.

(B) O (revesamento) dos (funcionarios) entre o Natal e o Ano Novo será feito mediante sorteio, para que não ocorra (descriminação).
Formas corretas: revezamento, funcionários, discriminação.

(C) Durante o período de recessão, os chefes serão (encumbidos) de controlar a (imissão) de faxes e (copias) xerox.
Formas corretas: incumbidos, emissão, cópias.


(D) A concessão de férias obedece a critérios legais, o mesmo ocorrendo com os casos de rescisão contratual.
ALTERNATIVA CORRETA!


(E) É certo que os cuidados com o educando devem dobrar durante a (adolecencia), para que o jovem (haja) sempre de acordo com a lei.
Formas corretas: adolescência, aja.

  

QUESTÃO 08: Questão de nível fácil, sem maiores dificuldades para o candidato. Bastava observar as normas de concordância e os preceitos de coesão e coerência para responder com tranquilidade a esta questão. Resposta: ALTERNATIVA C.



QUESTÃO 09: Questão de nível fácil, colocava em jogo uma possível relação de sinonímia para o termo "nababesco", dando, anteriormente, uma importante referência contextual ao afirmar que "A opulência dos nababos, o equivalente muçulmano dos marajás da Índia no século XVI...". Ora, se apresenta opulência e equivale aos marajás indianos, o adjetivo formado a partir de "nababo" só pode significar "OSTENTOSA, LUXUOSA", como sugere a ALTERNATIVA A.

QUESTÃO 10: Uma questão de CONCORDÂNCIA VERBAL, ou seja, você deveria ficar de olho na relação SUJEITO-VERBO para verificar se não havia incongruências nela. Vejamos:
(A) A empresa atua no setor moveleiro já fazem mais de 50 anos, sempre com sucesso.
Corrigindo: A empresa atua no setor moveleiro já FAZ mais de 50 anos, sempre com sucesso.
(B) A análise dos casos revelou que se tratam de problemas de falta de comprometimento.
Corrigindo: A análise dos casos revelou que SE TRATA (lembre-se de que TRATAR-SE é INVARIÁVEL!) de problemas de falta de comprometimento.
(C) É possível que ainda exista no mercado brasileiro algumas empresas que não seguem o padrão ISO de qualidade.
Corrigindo: É possível que ainda EXISTAM no mercado brasileiro algumas empresas que não seguem o padrão ISO de qualidade.
(D) Nas avaliações, destacam-se os servidores do legislativo comprometidos com o bom atendimento ao público.
ALTERNATIVA CORRETA!
(E) Vi muitos professores deixarem de dar inúmeras aulas e nada acontecerem com eles.
Corrigindo: Vi muitos professores deixarem de dar inúmeras aulas e nada ACONTECER com eles.

Amanhã postarei a segunda parte da resolução comentada da prova!
Grande abraço a todos.

Professor Daniel Vícola
 

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

ORTOGRAFIA: USO DA LETRA "X"

Aqui vão algumas dicas sobre o uso da letra "x" na nossa ortografia. Tomem nota:


segunda-feira, 12 de novembro de 2012

RÁDIO-RELÓGIO OU RADIORRELÓGIO?

A nova ortografia está dando "um nó" na cabeça de muita gente, não é mesmo?
Não há um só encontro em que meus alunos não me perguntem acerca das novas grafias de determinadas palavras.
Como eu sempre faço e recomendo, no caso de uma dúvida muito problemática, procure ajuda confiável! No meu caso, em relação à nova ortografia, sempre recorro aos colegas da Academia Brasileira de Letras: não há fonte mais confiável para consulta do que ela.
Foi numa dessas consultas via e-mail que consegui solucionar um impasse que muito vinha me intrigrando, dada a discrepância de opinião entre autores cujas obras consultei: a grafia da palavra RÁDIO-RELÓGIO.
Vejam, na imagem, reproduzidas na íntegra, pergunta e resposta:



DE OLHO NA REGÊNCIA!


TRAVA-LÍNGUA OU TRAVALÍNGUA?


GUARDA-ROUPA OU GUARDARROUPA?


A dúvida já foi trabalhada, explicada, muito bem esclarecida por mim em outro post. (Se você não viu, é só clicar aqui!) Mas acho que algumas pessoas, que se dizem "conhecedoras" da língua, não ficaram satisfeitas. Dois esclarecimentos, então: não sou professor há dois meses, leciono há 12 anos e, portanto, não cometo erros primários como sair falando sobre o que não conheço ou não pesquisei, logo, não há risco algum de que eu publique informações equivocadas por aqui. Segundo esclarecimento: não publico comentários deselegantes de pessoas que se valem do anonimato para criticar de forma invejosa e amargurada o meu digníssimo trabalho, o qual realizo com comprometimento, qualidade e seriedade.
O vídeo acima, então, é apenas mais um reforço: GUARDA-ROUPA é a forma correta.
Abaixo vocês podem conferir os resultados da busca feita no VOLP, corroborando o que afirmo e já afirmei em outra ocasião. (Se ainda restar alguma dúvida, faça você mesmo(a) uma consulta ao site da Academia Brasileira de Letras e comprove!)


 (Clique nas imagens para visualizá-las melhor.)
 
Bons estudos a todos!
Grande abraço.

Professor Daniel Vícola

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

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PLURAL DE FORMAS NO DIMINUTIVO

A dúvida me chegou via e-mail, mas achei por bem compartilhar a resposta com todos os leitores do blog!
Vamos aprender um pouco mais sobre o plural de palavras no diminutivo? Acompanhe: