quarta-feira, 5 de setembro de 2012

CURSO PRÉ-ENEM 2012


Clique AQUI para se matricular em nosso curso PRÉ-ENEM!

Queridos alunos e ex-alunos: vocês conhecem alguém que esteja se preparando para prestar o ENEM deste ano? Você está se preparando para a prova? Venho, aqui, convidá-los a conhecer o nosso CURSO PRÉ-ENEM da Federal Getussp, um curso do qual faço orgulhosamente parte e, mais ainda, um curso que ajudei a elaborar desde o início. Um corpo docente formado por profissionais extremamente qualificados, que entendem da prova e que estão prontos a ajudá-los a entender e a se prepararem com total segurança para o Exame Nacional do Ensino Médio! Uma oportunidade ÓTIMA de fazer uma revisão de qualidade antes da prova deste ano! Se você tem amigos, conhecidos, filhos e parentes  que estão procurando um curso pré-ENEM de QUALIDADE, peço, por favor, que recomendem o nosso curso! Estou aguardando vocês em nossos encontros, agora, ONLINE! Grande abraço a todos!

terça-feira, 4 de setembro de 2012

"EM FÉRIAS" OU "DE FÉRIAS"?

 "De férias" ou "em férias"? Relaxe! O importante é descansar!

A dúvida, hoje, é da Gisele, aluna da Turma Regular da Federal Getussp. Ela me perguntou, em nosso último encontro, a respeito das expressões "em férias" e "de férias": quando usar uma ou outra dessas expressões e em quais contextos. A resposta, então, vem em forma de post, também, para que o conhecimento possa ser compartilhado por todos.
No cotidiano falado da língua percebemos uma infinidade de expressões das quais comumente fazemos uso, sem que, necessariamente, elas estejam de acordo com aquilo que é aconselhado ou prescrito pela gramática. Por isso a consulta a boas fontes é fundamental! Claro que, de modo geral, não há como controlarmos muito as palavras ou expressões na língua falada, uma vez que ela se caracteriza, sobretudo, pelo imediatismo e pela espontaneidade. Mas é prudente - e de muito bom tom! - que você dispense uma atençãozinha maior a tudo aquilo que for registrar por escrito, afinal, é na escrita que os erros e deslizes aparecem de maneira mais evidente. 
No caso da dúvida da Gisele, não podemos falar em erro, uma vez que, segundo consulta empreendida, ambas as formas estão corretas: de férias ou em férias. Vamos analisar alguns exemplos? Acompanhe:

A cidade ficou vazia, pois todos estão de férias
Quero que chegue logo o mês de dezembro: estaremos em férias

Entretanto, há uma ressalva a se fazer (Sim, a gramática sempre tem algum comentário de rodapé com que nos advertir!): quando resolvemos atribuir um adjetivo ao substantivo "férias", recomenda-se usar a expressão “em férias”. Como podemos observar nos exemplos seguintes: 

Os funcionários daquela empresa sairão em férias coletivas
Após o fechamento das notas finais, comunico que todos os nossos alunos estarão em merecidas férias

Simples, não?
Espero que essa dica lhes tenha sido útil!
Grande abraço!

Professor Daniel Vícola

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

ESTAMOS "EM PÉ" OU "DE PÉ"?


A dúvida foi levantada pelo aluno Diogo, da Federal Getussp. Alguma vez você também ficou em dúvida a respeito de qual das duas formas utilizar? Pois bem, uma pesquisa em diferentes fontes revelou que, neste caso, são corretas as duas formas de se dizer. Assim, via de regra, para muitos contextos, tanto faz dizer ou escrever "em pé" ou "de pé".
Mas, curioso por maiores explicações, foi em gramáticas portuguesas que encontrei maiores detalhes acerca da utilização dessas expressões. O que aprendi com nossos irmãos portugueses, então, compartilho abaixo, com todos vocês!
Cada um dos falantes da língua escolhe uma ou outra forma conforme lhe parecer melhor, pois que ambas as locuções significam, geralmente, em posição vertical, ereto, firme, levantado. São, pois, do ponto de vista semântico, locuções sinônimas. 
Há, porém, algumas pequenas nuances de significação quanto ao emprego: geralmente dizemos "de pé", quando aludimos à posição contrária à de sentado ou deitado
Veja alguns exemplos:

O meu professor dá as aulas sempre de pé
Fique de pé e ouça-me. 
Estou de pé desde as seis horas da manhã. 
Ficou de pé o dia inteiro para atender as pessoas. 
As árvores morrem de pé

Repare que, em todos os casos, a expressão "de pé" é antônima de "sentado(a)" ou "deitado(a)".

Geralmente dizemos "em pé" quando nos referimos à posição de ereto, firme, levantado, sem pretendermos contrapô-la à de sentado ou deitado. 
Observe alguns exemplos:

O André é aquele que está ali, em pé, perto da Júlia. 
Vou até ao restaurante de comer em pé
Ele farta-se de trabalhar. Anda sempre em pé
Quanto a funcionário, geralmente dizemos que ele está sempre em pé no seu trabalho – sempre em pé para atender as pessoas – e não sempre de pé. Sendo assim, parece que devemos preferir: o funcionário trabalha em pé.

Contudo, como já dissemos, estamos em presença de expressões sinônimas. As diferenças expostas acima dizem respeito apenas às preferências registradas no uso cotidiano da língua, numa tentativa de entender e esclarecer como é que se dá o emprego de tais expressões em atos de comunicação engendrados em língua portuguesa. De maneira geral, por se tratar de uma relação sinonímica, você poderá empregar aquela forma que, no ato de fala, sentir que fica melhor.
Espero que todos tenham aproveitado a pesquisa e esclarecido mais uma dúvida referente à nossa querida língua portuguesa!
Grande abraço a todos.

Professor Daniel Vícola

terça-feira, 28 de agosto de 2012

"A SEMANA PASSADA" OU "NA SEMANA PASSADA"?



Já teve essa dúvida e não soube como solucioná-la? No uso cotidiano da língua impasses como esse sempre surgem e é muito pertinente que você, querendo conhecer um pouco mais do nosso idioma, dedique-se a solucioná-los e, através disso, melhorar sua capacidade de expressão escrita e falada.
Nesse caso específico, a gramática nos mostra que é indiferente usar a preposição "em" ou não. Assim, indistintamente, você poderá dizer/escrever: 

O presidente da empresa deu várias entrevistas o ano passado. 
O presidente da empresa deu várias entrevistas no ano passado. 

Esta semana pretendemos dar um grande impulso ao movimento. 
Nesta semana pretendemos dar um grande impulso ao movimento. 

Receberemos a mercadoria quinta-feira próxima. 
Receberemos a mercadoria na quinta-feira próxima. 

“No ano anterior, ali pelo mês de agosto, tendo eu quarenta e dois anos, fiz-me teólogo. – quero dizer, copiava os estudos de teologia de um padre de Niterói, antigo companheiro de colégio, que assim me dava. delicadamente, casa, cama e mesa. Naquele mês de agosto de 1859, recebeu ele uma carta de um vigário de certa vila do interior, perguntando se conhecia pessoa entendida, discreta e paciente, que quisesse ir servir de enfermeiro ao Coronel Felisberto, mediante um bom ordenado.” (Machado de Assis – O enfermeiro)

“A noite passada, você veio me ver / A noite passada, eu sonhei com você” (Herbert Viana)

“No dia em que o homem chegou, Betsy teve o derrame e ficou sem comer.” (Rubem Fonseca – Betsy)

“Um dia ele chegou tão diferente do seu jeito de sempre chegar.” (Chico Buarque de Holanda – Valsinha)

“(…) Uma noite, correu a notícia de que o bazar se incendiara.” (Cecília Meireles – Brinquedos incendiados)

“Um dia desses, indagado sobre qual das modernas comodidades tecnológicas eu não dispensaria, respondi de pronto: a energia elétrica.” (Gilberto Gil)

domingo, 8 de julho de 2012

TRANSPOSIÇÃO DO DISCURSO DIRETO PARA O INDIRETO



TRANSPOSIÇÃO DO DISCURSO DIRETO PARA O INDIRETO 

Do confronto destas duas frases:

“- Guardo tudo o que meu neto escreve - dizia ela.” (A.F. Schmidt)
“Ela dizia que guardava tudo o que o seu neto escrevia.”

Verifica-se que, ao passar-se de um tipo de relato para outro, certos elementos do enunciado se modificam, por acomodação ao novo molde sintático.

a) Discurso direto: enunciado em 1ª ou 3ª pessoa.

“- Devia bastar, disse ela; eu não me atrevo a pedir mais.” (M. de Assis)

Discurso indireto: o enunciado passa a ser construído todo em 3ª pessoa:

Ela disse que deveria bastar, que ela não se atrevia a pedir mais.”

b) Discurso direto: verbo enunciado no presente:

“- O major é um filósofo, disse ele, com malícia.” (Lima Barreto)

Passando para o discurso indireto, o verbo é enunciado no pretérito imperfeito:
“Disse ele, com malícia, que o major era um filósofo.”

c) Discurso direto: verbo enunciado no pretérito perfeito:

“- Caiubi voltou, disse o guerreiro Tabajara.” (José de Alencar)

Discurso indireto: verbo enunciado vai para o pretérito mais-que-perfeito:

“O guerreiro Tabajara disse que Caiubi tinha voltado.”

d) Discurso direto: verbo enunciado no futuro do presente:

“- Virão buscar você muito cedo? - perguntei.”

Discurso indireto: verbo vai para o futuro do pretérito:

“Perguntei se viriam buscar você muito cedo”

e) Discurso direto: verbo no modo imperativo:

- Acabem logo com essa discussão! , gritaram em volta.

Discurso indireto: verbo no modo subjuntivo:

“Gritaram em volta que acabassem logo com aquela discussão.”

f) Discurso direto: enunciado justaposto:

“O dia vai ficar triste, disse Caiubi.”

Discurso indireto: enunciado subordinado, geralmente introduzido pela integrante que:

“Disse Caiubi que o dia ia ficar triste.”

g) Discurso direto: enunciado em forma interrogativa direta:

“Pergunto - É verdade que a Aldinha do Juca está uma moça encantadora?” (Guimarães Rosa)

Discurso indireto: o enunciado em forma interrogativa indireta:

“Pergunto se é verdade que a Aldinha do Juca está uma moça encantadora.”

h) Discurso direto: pronome demonstrativo de 1ª pessoa (este, esta, isto) ou de 2ª pessoa
(esse, essa, isso).

Isto vai depressa, disse Lopo Alves.”(Machado de Assis)

Discurso indireto: pronome demonstrativo de 3ª pessoa (aquele, aquela, aquilo).

“Lopo Alves disse que aquilo ia depressa.”

i) Discurso direto: advérbio de lugar aqui:

“E depois de torcer nas mãos a bolsa, meteu-a de novo na gaveta, concluindo: - Aqui, não está o que procuro.”(Afonso Arinos)

Discurso indireto: o advérbio de lugar correspondente é “ali”:

“E depois de torcer nas mãos a bolsa, meteu-a de novo na gaveta, concluindo que ali não estava o que procurava.”

segunda-feira, 2 de abril de 2012

VAMOS FALAR (MAIS UMA VEZ) SOBRE CRASE?


E quando o assunto é CRASE, abundam as dúvidas e a necessidade de conhecermos os motivos que nos levam ou não a aplicar o acentro grave, indicador do fenômeno.
Encontrei na rede mais um texto interessantíssimo que vale muito a pena ser lido dada a confiabilidade da fonte e dos esclarecimentos que nos proporciona.
Como a leitura é um dos fatores essenciais para o aprimoramento de nossas habilidades com a escrita, vamos praticar um pouquinho dela e ainda aproveitar para conhecer um pouco mais sobre esse assunto tão cheio de pormenores como é a ocorrência da CRASE na nossa tão amada língua portuguesa.
Espero que aproveitem!

Professor Daniel Vícola

ENSINO À DISTÂNCIA – crase com locuções adverbiais

Disse-me o professor José T. B. Neto, de Umuarama / PR: "Tenho certa resistência em grafar ensino a distância, sem o acento grave indicativo de crase, como é comum encontrar nos documentos exarados pelo MEC. Alguns autores classificam tal ocorrência como CRASE FACULTATIVA. (...)"

Não está errado o Ministério da Educação. Mas eu, assim como o professor, prefiro usar o acento – nessa e em outras locuções adverbiais que indicam circunstância. O motivo é que a ausência do acento pode deixar o texto ambíguo. Em "ensinar/estudar a distância", por exemplo, fica-se com a impressão de que é a distância que está sendo ensinada ou estudada. É o mesmo caso de viu a distância, escreveu a distância, curou a distância, fotografe a distância, permanece a distância [= a distância permanece] e assim por diante, frases que parecem melhor com o acento indicativo de crase (que por questões didáticas também chamamos apenas de ‘crase’): viu à distância, escreveu à distância, curou à distância, fotografe à distância, permanece à distância.


Com a distância determinada, especificada, o a deve ser acentuado:

Fotografe à distância de um metro.
A casa à venda fica à distância de uns 10 km daqui.

Já na frase "Compramos uma chácara a grande distância daqui" não há crase, porque está subentendido o artigo indefinido: a (uma) grande distância.

Outras expressões de circunstância

Nas locuções adverbiais com palavras masculinas, como: a pé, a caminho, a cavalo, a frio, a gás, a gosto, a lápis, a meio pau, a nado, a óleo, a pé, a postos, a prazo, a sangue-frio, a sério, a tiracolo, a vapor etc. não se acentua o a, que é uma simples preposição.

Nas locuções femininas, contudo, embora esse a possa ser só preposição – e se sabe que a crase é a fusão da preposição a com o artigo a –, é de tradição no Brasil crasear o a por motivo de clareza. Compare nos exemplos abaixo o significado da frase sem a crase e com ela:

Foi caçada a bala (a bala foi caçada). – Foi caçada à bala.
Bateu a máquina (deu um choque ou pancada...). – Bateu à máquina.
Cortou a faca (cortou-a / cortou a própria faca). – Cortou à faca.
Vendeu a vista (vendeu os olhos). – Vendeu à vista.
Coloquei a venda (faixa nos olhos). – Sim, coloquei à venda.
Tranquei a chave (a chave foi trancada). – Tranquei à chave.
Pagou a prestação (pagou-a). – Pagou à prestação (em prestações).

Outras frases com diferenças bastante óbvias:

Lavar a mão. Lavar à mão.
Lavar a máquina. Lavar à máquina.
Fazer a mão. Fazer à mão.
Veio a tarde. Veio à tarde.
Combateremos a sombra. Combateremos à sombra.
Aguardavam a cabeceira do doente. Aguardavam à cabeceira do doente.

É por essa questão de clareza que se recomenda e geralmente se acentua o a nas locuções adverbiais de circunstância, mesmo não sendo ele rigorosamente a fusão de a + a. 
Para finalizar, outros exemplos de expressões em que, pelo bem da clareza e da correção gramatical, ocorre o fenômeno da crase: à disposição, às avessas, à beira-mar, às centenas, às escondidas, à frente, à mão armada, às mil maravilhas, à noite, às ordens, à paisana, à parte, à perfeição, à primeira vista, à revelia, à risca, à solta, à toa, à vela, às vezes, à vontade.

Sobre a autora:

Maria Tereza de Queiroz Piacentini é catarinense, professora de Inglês e Português, revisora de textos e redatora de correspondência oficial há mais de vinte anos. Em 1989 foi responsável pela revisão gramatical da Constituição do Estado de Santa Catarina e no ano seguinte publicou artigos sobre questões vernáculas em diversos jornais. Retoma agora a publicação de colunas semanais com temas atualizados, em vista da experiência adquirida e das inúmeras consultas que lhe têm feito pessoas de todo o País depois que lançou o livro Só Vírgula - Método fácil em 20 lições (UFSCar, 1996, 164p.). Também teve publicados, em 1986, dez módulos da Instituição Técnica Programada - ITP, Português para Redação, edição esgotada.
Hompege: www.linguabrasil.com.br

domingo, 11 de março de 2012

PRESIDENTE OU PRESIDENTA?



 O professor PASQUALE CIPRO NETO tira a dúvida.

Que têm em comum palavras como “pedinte”, “agente”, “fluente”, “gerente”, “caminhante”, “dirigente” etc.? Não é difícil, é? O ponto em comum é a terminação “-nte”, de origem latina. Essa terminação ocorre no particípio presente de verbos portugueses, italianos, espanhóis…
Termos como “presidente”, “dirigente”, “gerente”, entre inúmeros outros, são iguaizinhos nas três línguas, que, é sempre bom lembrar, nasceram do mesmo ventre. E que noção indica a terminação “-nte”? A de “agente”: gerente é quem gere, presidente é quem preside, dirigente é quem dirige e assim por diante.
Normalmente essas palavras têm forma fixa, isto é, são iguais para o masculino e para o feminino; o que muda é o artigo (o/a gerente, o/a dirigente, o/a pagante, o/a pedinte). Em alguns (raros) casos, o uso fixa como alternativas as formas exclusivamente femininas, em que o “e” final dá lugar a um “a”. Um desses casos é o de “parenta”, forma exclusivamente feminina e não obrigatória (pode-se dizer “minha parente” ou “minha parenta”, por exemplo). Outro desses casos é justamente o de “presidenta”: pode-se dizer “a presidente” ou “a presidenta”.
A esta altura alguém talvez já esteja dizendo que, por ser a primeira presidente/a do Brasil, Dilma Rousseff tem o direito de escolher. Sem dúvida nenhuma, ela tem esse e outros direitos. Se ela disser que quer ser chamada de “presidenta”, que seja feita a sua vontade - por que não?

sexta-feira, 9 de março de 2012

GABARITOS DE EXERCÍCIOS DE AULA - TURMA BANCO DO BRASIL, FEDERAL CONCURSOS

 
 
AULA SOBRE "REGÊNCIA VERBAL E NOMINAL"

01) E   02) C   03) B   04) A   05) D   06) C   07) A   08) A   09) E   10) D   11) B   12) B

AULA SOBRE "CONCORDÂNCIA NOMINAL"

01) A   02) A   03) E   04) B   05) A   06) C   07) E   08) E   09) E   10) C   11) E   12) A

AULA SOBRE "CONCORDÂNCIA VERBAL"

01) D   02) A   03) A   04) C   05) A   06) C   07) D   08) E   09) D   10) A

quinta-feira, 8 de março de 2012

GABARITOS DE EXERCÍCIOS DE AULA - TURMA TRE, FEDERAL CONCURSOS


Para os alunos da turma do TRE, da Federal Concursos, aqui estão os gabaritos referentes aos exercícios de aula, conforme prometi.

AULA SOBRE "SEMÂNTICA"

01) B   02) A   03) D   04) A   05) A   06) C   07) E   08) B   09) C   10) C   11) C

AULA SOBRE "TIPOLOGIA TEXTUAL"

01) C   02) D   

AULA SOBRE "ORTOGRAFIA"

01) E   02) A   03) B   04) E   05) E   06) E   07) E   08) B   09) E   10) D   11) C   12) D   13) B

AULA SOBRE "REGRAS DE ACENTUAÇÃO"

01) A   02) C   03) C   04) E   05) E   06) C   07) C   08) C

AULA SOBRE "CRASE"

01) C   02) D   03) D   04) B   05) E   06) B   07) D  

AULA SOBRE "MORFOLOGIA"

O GABARITO ESTÁ NO PRÓPRIO  MATERIAL.

AULA SOBRE "VERBOS"

01) C   02) A   03) C   04) A   05) D   06) C   07) D   08) B   09) A   10) B
11) A   12) B   13) D   14) C   15) E   16) A   17) C   18) E   19) D   20) B

AULA SOBRE "PREDICAÇÃO VERBAL"

01) C   02) E   03) E   04) B   05) A   06) D   07) D   08) E   09) D   10)

AULA SOBRE "REGÊNCIA VERBAL E NOMINAL"

01) C   02) D   03) E   04) C   05) A   06) D   07) D   08) B   09) D   10) E
11) A   12) C   13) B   14) D   15) D   16) D   17) D   18) E   19) D   20) B

AULA SOBRE "SINTAXE DO PERÍODO SIMPLES"

01) A   02) E   03) C   04) C   05) D   06) C   07) B   08) B   09) C   10) B   11) A   12) C

AULA SOBRE "COLOCAÇÃO PRONOMINAL"

01) C   02) E   03) E   04) A   05) B   06) A   07) E   08) C   09) A   10) E

AULA SOBRE "CONCORDÂNCIA NOMINAL"

01) A   02) A   03) C   04) C   05) E   06) D   07) C   08)

AULA SOBRE "CONCORDÂNCIA VERBAL"

01) E   02) C   03) C   04) D   05) B   06) C   07) E   08) E   09) E   10) E

REDAÇÃO: TIPOLOGIA TEXTUAL - VAMOS REVISAR?


Vamos recordar as principais características dos textos narrativos, descritivos e dissertativos? É sempre bom manter em mente tais características e saber identificá-las nos textos com os quais travamos contato no nosso dia-a-dia. Espero que as informações sejam úteis!

1) TEXTO NARRATIVO (sequência de fatos)

• Conta como aconteceu, acontece ou acontecerá algo (real ou imaginário);
• É necessário uma introdução, um clímax e um desfecho;
• O enredo é prioridade;
• Fundamental é situar o tempo e o espaço físico onde ocorrem os fatos;
• Dar preferência ao verbo de ação, ao dinamismo, para tornar mais viva a narrativa;
• O pretérito perfeito e o mais-que-perfeito do indicativo predominam na narrativa;
• O autor adota a postura de narrador.

2) TEXTO DESCRITIVO (sequência de aspectos)

• Descreve como é um objeto, uma pessoa, uma paisagem, uma cena...;
• Apresenta o cheiro, a cor, as sensações como aspectos importantes;
• A finalidade da descrição é fazer ver e sentir;
• O presente do indicativo e/ou pretérito imperfeito do indicativo predominam na descrição;
• Os adjetivos estão sempre presentes no texto;
• O autor adota a postura de observador.

3) TEXTO DISSERTATIVO (sequência de análises)

• Texto objetivo;
• Convence o leitor por meio de fatos, dados estatísticos, citações, publicações...;
• O predomínio verbal é o presente do indicativo e do subjuntivo;
• O autor adota a postura de argumentador.

VAMOS PRATICAR?

01) Sobre o texto narrativo, pode-se afirmar:

a) A estrutura textual é semelhante ao texto descritivo.
b) A postura do autor é de argumentador.
c) Há, exaustivamente, o uso de presente do indicativo.
d) Não apresenta clímax em sua estrutura.
e) O enredo é prioritário.

02) O predomínio de adjetivações é comumente encontrado no texto:

a) Narrativo
b) Informativo
c) Descritivo
d) Dissertativo
e) Epistolar

03) Duas características são representativas do modo de organização dissertativa, assinale-as:

a) Introdução e clímax
b) Argumentação e sensação
c) Seqüência de fatos e de aspectos
d) Verbos de ação e objetividade
e) Convencimento e descrição

04) Leia o texto a seguir:

Parceria Reeditada

"Viviane Pasmanter estreou na TV em 91, na novela “Felicidade”, de Manoel Calos, dirigida por Denise Saraceni. Ela deverá voltar a trabalhar com Denise em “Ciranda de pedra”, nova novela das 18h".

(O Globo 08/02/08)

A opção que melhor justifica o título do texto é:

a) o fato de Viviane Pasmanter ter estreado na TV em 1991.
b) de a atriz ter sido dirigida por Denise Saraceni.
c) por ter trabalhado com Denise Saraceni na novela “Felicidade”
d) por ter trabalhado com Denise Saraceni em “Felicidade” e trabalhar novamente com ela em “Ciranda de pedra”.
e) Viviane Pasmanter trabalhar em uma novela de Manoel Carlos.

05) O verbo estrear aparece conjugado no texto (estreou). Indique o modo e o tempo a que pertence este verbo.

a) indicativo / presente
b) subjuntivo / pretérito imperfeito
c) indicativo / pretérito imperfeito
d) indicativo / pretérito perfeito
e) imperativo / afirmativo

06) O uso das aspas em alguns vocábulos do texto é justificado por/pela:

a) sempre se usa com os substantivos.
b) participação de Viviane em novelas da TV Globo.
c) não estar empregada em seu sentido original
d) participar duas vezes de novelas dirigidas por Denise Saraceni.
e) ser o nome da novela, por isso o uso das aspas.

07) No segmento: “Ela deverá voltar a trabalhar...”. O elemento sublinhado é classificado morfologicamente por:

a) artigo
b) preposição
c) pronome
d) advérbio
e) substantivo

08) “Ela deverá voltar a trabalhar com Denise...” O segmento destacado é classificado sintaticamente como:

a) Adjunto adverbial de modo
b) Adjunto adverbial de companhia
c) Adjunto adverbial de lugar
d) Adjunto adverbial de negação
e) Adjunto adverbial de pessoa

09) “Ela deverá voltar...”. A locução verbal pode ser substituída, sem alteração semântica, por um verbo simples, assinale-o:

a) volta
b) voltaria
c) voltará
d) poderá voltar
e) voltou

10) “Viviane Pasmanter estreou na TV...”. Nesse período o verbo “estreou” concorda com seu sujeito “ Viviane Pasmanter”, marque a alternativa em que tal concordância NÃO ocorre:

a) A atriz se atrasou para a peça.
b) Roberto Carlos cantou no Canecão.
c) Dá-se aulas de Língua portuguesa.
d) Edson Celulari fará o vilão desta peça.
e) Suzana Vieira desfilou no carnaval.

11) Leia o texto a seguir:

Para fazer uma boa compra no ramo imobiliário, não basta ter dinheiro na mão. É imprescindível que o comprador seja frio, calculista e bem informado. Na hora de comprar um imóvel, a emoção é um dos maiores inimigos de um bom negócio. Assim, por mais que se goste de uma casa, convém manter sempre um certo ar de contrariedade. Se o vendedor perceber qualquer sinal de emoção, isso poderá custar dinheiro ao comprador. Não é por outra razão que quem compra para especular ou apenas para investir costuma conseguir um melhor negócio do que quem está à procura de um lugar para morar.

Segundo o texto:

a) Os vendedores, via de regra, buscam ludibriar os compradores, e vice-versa.
b) O vendedor costuma aumentar o preço do imóvel quando o comprador não está bem informado sobre o mercado de valores.
c) O mercado imobiliário oferece bons investimentos apenas para quem pretende especular.
d) No ramo imobiliário, uma atitude que aparente indiferença pode propiciar negócio mais vantajoso para o comprador.
e) No mercado imobiliário, o comprador realiza melhor negócio adquirindo uma propriedade de que não tenha gostado muito.

12) Segundo o mesmo texto:

a) Quanto maior a disponibilidade financeira do comprador, maior a probabilidade de sucesso no negócio imobiliário.
b) Disponibilidade econômica não é o único fator que possibilita a realização de um bom negócio.
c) O vendedor, por preferir negociar com investidores, desfavorece o comprador da casa própria.
d) Gostar de uma casa é psicologicamente importante em qualquer tipo de compra, seja ela para residência ou para investimento.
e) O mercado imobiliário oferece oportunidades mais seguras para o investidor que para o especulador.

GABARITO

1. E          2. C         3. D         4. D          5. D             6. E
7. B          8. B         9. C        10. C        11. D           12. B